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Análise: "Independência dos Estados Unidos"

Postado às 06h52 | 04 Jul 2021

Ney Lopes

Em 4 de julho de 1776 foi assinada a declaração de Independência dos Estados Unidos.

Era carta de intenção, ou seja, declaração de que surgiria um novo país, livre da Inglaterra.

A guerra que se seguiu foi intensa e durou de 1775 a 1783, sendo que os americanos venceram, em grande parte, porque contaram com apoio francês e espanhol.

A Declaração das 13 colônias teve grande significado político.

Deu origem à primeira nação livre do continente

Trouxe em seu bojo o ideal de liberdade e de direito individual, e a ideia de soberania popular, representando uma síntese da nova mentalidade política.

Os primeiros países a apoiarem a libertação americana dos ingleses foram a França, a Espanha e a Holanda.

A Independência americana influiu anos depois na Revolução Francesa, por ter antecipado o apoio a ideias de defesa dos direitos individuais e o direito de revolução, servindo de exemplo a outros países como o Brasil, que a partir de 1889 inspirou-se claramente no modelo norte-americano, após a proclamação da República.

Demonstrativo de datas históricas, mostra a influência da independência americana em outros povos: 1776 foi o ano da independência dos EUA; 1789, o da Revolução Francesa e em 1810 começavam os movimentos de libertação na América Latina.

O movimento de independência dos EUA teve um caráter de modelo para os sul-americanos, que perceberam que a independência de uma metrópole poderosa era possível.

As relações entre o Brasil e os Estados Unidos mudaram ao longo da história, mas sempre mantiveram sua prioridade estratégica.

 Com a chegada de Biden ao poder vê-se que a relação comercial continua.

Não só com a volta do crescimento do comércio, que neste ano caiu muito por causa da pandemia e das crises, mas seguem  mini acordos entre os dois governos, na facilitação de comércio, regulamentação, combate à corrupção.

A verdade é que os Estados Unidos constituem uma parceria indispensável ao Brasil e neste 4 de julho cabe renovar os propósitos de mantê-la e intensifica-la, em defesa das liberdades humanas.

Saudações ao povo americano!

 

 

 

 

 

 

 

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